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A retina age como se fosse um filme de uma câmera fotográfica, recebendo e processando tudo o que vemos.

A retina possui células denominadas fotorreceptoras que convertem a luz em impulsos elétricos levando mensagem ao cérebro. Elas podem ser de dois tipos – cones e bastonetes.

As células chamadas bastonetes são responsáveis pela visão periférica e visão noturna.

Os cones se concentram na mácula, o centro da retina, são responsáveis pela visão central e  pela visão de cores.

Quando essas células se degeneram perdem a capacidade de transmitir imagens ao cérebro. Tem-se, então, o que chamamos de doenças degenerativas da retina (DDR).

Essas doenças têm caráter hereditário com diferentes padrões de herança. Elas podem aparecer de forma isolada ou combinada com outras anormalidades em outros órgãos, nesses casos são chamadas síndromes, como a de Usher, que junto à perda visual,  pela  retinose pigmentar,  ocorre também a perda auditiva.

Principais sintomas

Os sintomas dessas doenças variam muito dependendo da célula fotorreceptora da retina que é acometida.

Os sintomas dessas doenças variam muito dependendo da célula fotorreceptora da retina que é acometida.

Algumas doenças, como  retinose pigmentar, causam dificuldade de visão em ambientes escuros ou ­à  noite, intolerância a luz forte e perda da visão lateral, podendo comproter também a central.

Já nas degenerações maculares juvenis, como é o caso da Doença de Stargardt , ocorre a perda progressiva das células fotorreceptoras  da mácula (cones), gerando a redução da visão central com a preservação da visão periférica.

Dentre as degenerações maculares têm-se a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), as quais aparecem com pessoas de mais de 55 anos.  São elas as causas mais comum da perda da visão nas pessoas idosas.

Incidência